Lost 6th season na AXN Fail!

13/02/2010

O telespectador que esperou uma semana para ver os dois primeiros episódios da 6ª temporada de Lost ontem, no AXN, teve uma grata surpresa: as legendas tinham vários erros e,  no final da exibição, foi-se revelado que o canal fechado irá reprisá-los novamente na próxima semana.

O Estado assistiu a exibição e testemunhou todos os erros que os fãs da série reportavam na internet, em tempo real à exibição nacional. O primeiro bloco de Lost teve, de maneira bizarra, as legendas com o português de Portugal. Banheiro virou “casa de banho” e aeromoça, “pilota”.Depois, o problema foi corrigido. Mesmo assim, as legendas tinham em poucos momentos erros de sincronia. Além do mais, falas muito longas apareciam com a letra final cortada na tela – as legendas de diálogos muito longos não apareciam em duas linhas, mas apenas em uma.

Calma, não foi o pior. A cena em que Ben Linus pergunta a John Locke por que Jacob não reagiu ao ser morto foi simplesmente cortada para uma chamada de intervalo – e não voltou na íntegra, ou seja, sem a resposta do personagem de Terry O’Quinn.Agora, a bomba:  o AXN irá reprisar os episódios exibidos ontem na terça-feira da semana que vem. Isso não foi avisado em nenhum momento até o final da exibição. O que estava sendo vendido, há meses, é que o intervalo da exibição brasileira para a americana seria de apenas uma semana. O Estado foi um dos primeiros veículos a elogiar a novidade. Com a reprise, ele será de, pelo menos, 14 dias – visto que Lost irá ao ar, nos EUA, sem interrupções (apenas o episódio final terá uma semana de intervalo).Segundo a assessoria de imprensa do AXN, os problemas das legendas foram um erro técnico, mas ainda não há uma resposta oficial sobre o assunto (assim que ela aparecer este post será atualizado). Em relação à reprise, o canal diz que isso acontecerá em razão do carnaval – e que o intervalo de exibição, a partir da semana que vem, será mesmo de duas semanas.

Atualização: O episódio 3 da última temporada de Lost está marcada para o dia 23 de fevereiro, no AXN. O canal irá confirmar se ele será duplo ou não.

[Resumo] – LOST S06E01-02

04/02/2010

Lost finalmente voltou e como prometido, eis aqui um resumo com minhas opniões sobre o primeiro episódio da sexta e última temporada. O episódio começa como é de praxe, mostrando os últimos acontecimentos na ilha, no caso aqui, temos algumas cenas de Jacob e dos Losties tentando explodir a bomba.

Não tivemos uma explicação certa ainda, se realmente a bomba explodiu, mas quando o episódio começa, vemos todo o pessoal da ilha dentro do avião da Oceanic, no voo 815, no momento em que o acidente aconteceria, mas para nossa surpresa o avião na cai. Quando vi pensei que talvez os Losties tenham mesmo consertado as coisas, que aconteceu como eles queriam, estariam no avião e chegariam bem em casa. Mas logo depois dessa cena do avião, vem a grande “explosão de cabeças”: o pessoal ainda está na ilha, ou será que estavam? Agora esse é o grande mistério, o que é passado, o que é presente e o que é o futuro? Depois de vermos que todo o pessoal está de volta na ilha, temos a triste cena da morte de Juliet, mas que na minha opinião pode não ser definitiva, sim, eu tenho a sensação de que a Juliet voltará. Também tivemos a interessante aparição de Jacob para o Hurley, onde ele diz que para salvar o Sayid ele deveria levá-lo ao templo e foi exatamente o que ele fez. Quando os Losties chegam lá deparam-se com os “habitantes” do lugar, que no começo estavam meio “assustados” mas depois ficaram mais “amigáveis”, apesar que eu ainda acho que eles não deveriam confiar naquele pessoal, opinião minha. Enfim, eles tentaram salvar o Sayid, afogando-o na água com sangue (???) e depois concluíram que ele morreu mesmo. Locke finalmente admitiu não ser realmente o John Lokce que todos conheciam (o que eu já tinha percebido na quinta temporada). Como em todo final de episódio a grande surpresa: Sayid não morreu! Parece que o “ritual” dos habitantes do templo funcionou, o que eu pessoalmente achei bacana, matar o Sayid depois de tanto tempo não faria sentido.

Lost Online

03/02/2010


Nova promo de Lost, narrada por Terry O’Quinn

02/02/2010

Achei essa promo a mais interessante das que já foram lançadas, não só pela narração de Terry O’Quinn, que deixa um tom de mistério bem bacana, mas também por mostrar que os Losites realmente são as “peças” de um jogo, uma coisa muito maior do que eles, uma coisa muito mais grandiosa e talvez muito perigosa.

Lost em edição da revista Superinteressante

02/02/2010

Chega às bancas de todo o país nessa semana, a edição especial da revista Superinteressante inteiramente dedicada a Lost (capa ao lado).

Dentre os vários assuntos que aborda, a revista traz dicas de vídeos de bastidores que antecipam a última temporada, além de repercutir os maiores mistérios da série e uma matéria especial que explora a mudança que Lost provocou na indústria.

[Resumo] 00 – The Final Chapter

02/02/2010

O episódio começa mostrando Hurley no aeroporto, e logo em seguida começa uma narração em Off com Benjamin Linus contando a história dos Losties, desde o começo da série, quem são as pessoas que pegaram o voo 815 da Oceanic naquele dia. O bacana dessa narração no início, é que apresenta os personagens como eram antes de cair na ilha, focando em seus problemas ou suas motivções de estarem naquele avião. Nesse ponto começa a mostrar a queda do avião, não na íntegra, mas mostrando as melhores cenas, como a do Jack dizendo à Rose: “Não se preoculpe”. Em seguida temos a imagem que vimos tantas e tantas vezes do avião se partindo ao meio e caindo no mar.  São mostrados flashes de vários acontecimentos, contando os sofrimentos, as alegrias, os amores e as mortes durante a série, isso tudo narrado pelo grande Ben Linus.  Logo depois há um corte para os Losties já saindo da ilha e depois voltando. A definição que se dá nessa cena para os “Oceanic 6″ de terem voltado à ilha é a seguinte: “Eles voltaram, para resolver seu passado, alterar sua sorte, para mudar seu destino”.  O episódio então começa de verdade, dividido por personagens: Jack, Kate, Sawyer, Sayid, Hurley, Locke, Os Outros -  Benjamin Linus, Juliet. Sun e Jin, Daniel Faraday. Viagem no Tempo – É citado que Ben moveu a ilha para protegê-la de Widmore, e descreve o resultado como um “efeito colateral”. Temos então algumas explicações do que aconteceu durante os clarões, a morte de Charllote e a volta de Jin. Vamos então para 1974, onde vemos todo o pessoal da Iniciativa Dharma ansiosos com o projeto, fazendo amizades e se organizando, em meio à isso, Sawyer, Juliet, Jin e Miles tentando se adaptar à mudança de época causada por Ben, que moveu a ilha novamente para parar os clarões. A Jornada de Locke – Aqui temos John Locke deitado nas areias da Tunísia, onde é resgatado por “ajudantes” de Charles Widmore, que claro, tinha um interesse ao ajudar Locke. Logo depois então John sofre um acidente de carro, e por acaso encontra novamente com Jack, que não quis dar atenção ao seu pedido de voltar à ilha. Pouco tempo depois Locke é morto por Benjamin, como sendo a única forma de voltar para a ilha, já que Locke faria o papel do morto, sendo transportado no avião, que na primeira vez era Christian, o pai de Jack. Novamente voltamos à ilha com um flashback do cargueiro explodindo e os Losites vendo a ilha desaparecer misteriosamente diante de seus olhos. Aaron – Temos aqui a história do bebê nascido na ilha, que depois é “abandonado” por Claire sendo acohido por Kate. A Jornada de Volta – Aqui revemos Eloise Hawking, mãe de Daniel Faraday, dando as instruções ao Jack de como eles conseguiriam voltar à ilha. Eloise explica à Jack o que ele deve fazer com o corpo de Locke – substítui-lo como sendo seu pai no caixão. Kate começa a perceber que não conseguiria cuidar de Aaron, pelo menos não sozinha e vê que sua única saída é deixar a criança e ir atrás do seu destino – voltar à ilha, como Ben tinha lhe dito desde o começo. Voo 316 – Revivemos aqui novamente os Losites dentro do avião, mas desta vez com a esperança que ele caia novamente na ilha. A cena é bem bacana, onde Jack descobre que o piloto do voo é Frank Lapidus, que tempos atrás pilotava o helicóptero do cargueiro. Frank logo percebe que não chegaria à Guam, e por algum motivo não se mostra preocupado. Sobre o Pacífico um sentimento familiar rodeia o avião, que logo cai no lugar previsto pelos Losties. Nesse ponto descobrimos que Sun, Ben, Frank e algumas outras pessoas chegaram à ilha no ano de 2007, enquanto que Jack, Kate e  Hugo 30 anos antes, em 1977. Eles então encontram Sawyer, que arma um esquema ultra arriscado para encaixá-los na Iniciativa Dharma. Vamos então para a praia onde é dito que vemos “Um homem parecido com John Locke”, e depois temos a cara de espanto de Ben Linus ao perceber que Locke está vivo, mesmo depois de ter sido enforcado por ele. O Novo Locke – A partir daqui fica óbvio que havia algo muito diferente naquele John, que sabia exatamente aonde ir, sem nem sequer se questionar se era a coisa certa a fazer e Ben, confuso seguiu Locke na sua busca por Jacob, o homem que segundo Locke tinha total controle da ilha. Jacob – Aqui finalmente é “desvendado” o mistério em cima de Jacob, que até então nunca tinha sido visto nem mesmo por Ben. Também vemos que Jacob já tinha feito contato com alguns dos Losties antes mesmo deles terem ido parar na ilha. Locke então vai com sua “tropa” em busca de Jacob e com a ideia de que Ben deve matá-lo. Nesse ponto percebe-se facilmente que desta vez a técnica do mind-game foi aplicada por Locke no próprio criador – Benjamin. Também vemos que Richard Alpert tem uma certo receio em fazer contato com Jacob, mas acaba “obedecendo” Locke. Na cena seguinte fica claro que aquele não era John Locke, mas sim a nêmesis-evil de Jacob planejando matar seu “irmão”. Ilana – Descrita como uma “devota de Jacob” é apresentada ao público rapidamente. Ben Linus se entrega à emoção/raiva de ter perdido sua filha e acaba matando Jacob da melhor forma possível para se sentir vingado. Jacob então morre dizendo “Eles estão chegando”. O Plano de Faraday – Mudar o rumo da construção da escotilha, fazendo que ela nunca seja construída e por consequência o voo 815 daOceanic nunca cairia na ilha. O Recomeço – O episódio termina como sabíamos, com Juliet explodindo, ou não a bomba, mas desta vez com a narração de Benjamin dizendo que o livre arbítrio está dentro de cada um de nós.

[Download] 6×00 “Lost: Final Chapter”

01/02/2010

AVI – Sem Legenda – 350 MB

Lost.S06E00.HDTV.XviD-NoTV

Link único:

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Legenda:

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Torrent – AVI (sem legenda)

Lost S06E00 HDTV XviD-NoTV

http://www.bt-chat.com/download.php?info_hash=48e751692d1c52ff6998d3651529f18e45c6464e

Legenda:

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Mais de 10 mil fãs se unem no Havaí

01/02/2010

Mais de 10 mil fãs foram receber os astros de “Lost” na praia de Waikiki e foram convidados para uma exibição especial do primeiro episódio da nova –e última– temporada da série, que estreia nesta terça-feira (2) nos Estados Unidos.

Os fãs começaram a fazer fila cerca de 12 horas antes do evento agendado para a noite de sábado (30), na esperança de conseguir se aproximar dos atores. Sentados em toalhas de praia e cadeiras dobráveis, eles assistiram ao episódio que dará início à sexta temporada da série.

Entre os astros que estiveram no tapete vermelho estavam Matthew Fox, Evangeline Lilly, Josh Holloway, Yunjin Kim e Michael Emerson.

Nova promo somente com cenas inéditas!

01/02/2010

Agora a ABC liberou de vez e exibiu um promo com 1 minuto de cenas inéditas e frases que estarão em várias de maiores frases da série!

O vídeo está legendado, caso não apareça automaticamente é só clicar no canto esquerdo do menu e ativar as legendas.

Terry O’Quinn, o Locke

31/01/2010

Lost, o seriado americano que revolucionou a narrativa televisiva, expandindo-a para além de sua mídia natural direto para dentro da cultura da internet, chegará ao fim nos próximos meses. A sexta, e última, temporada da série começa a ser exibida nos Estados Unidos na terça-feira (2) e uma semana depois, dia 9, chega ao Brasil no canal pago AXN. Já em setembro de 2004, quando Lost começou a ser exibido, sabia-se que a série terminaria na sexta temporada e a chegada inevitável do fim deve ser recompensadora para os fãs, que aguardam respostas para uma infinidade de enigmas acumulados em mais de cinco anos. A reportagem de ÉPOCA foi até o Havaí, onde a série é gravada, e conversou com alguns dos principais atores do elenco.

Confira abaixo as entrevistas com Terry O’Quinn (John Locke), Josh Holloway (Sawyer), Michael Emerson (Ben), Evangeline Lilly (Kate), e Henry Ian Cusick (Desmond).
Lost, o seriado americano que revolucionou a narrativa televisiva, expandindo-a para além de sua mídia natural direto para dentro da cultura da internet, chegará ao fim nos próximos meses. A sexta, e última, temporada da série começa a ser exibida nos Estados Unidos na terça-feira (2) e uma semana depois, dia 9, chega ao Brasil no canal pago AXN. Já em setembro de 2004, quando Lost começou a ser exibido, sabia-se que a série terminaria na sexta temporada e a chegada inevitável do fim deve ser recompensadora para os fãs, que aguardam respostas para uma infinidade de enigmas acumulados em mais de cinco anos. A reportagem de ÉPOCA foi até o Havaí, onde a série é gravada, e conversou com alguns dos principais atores do elenco.

Confira abaixo e nas próximas páginas as entrevistas com Terry O’Quinn (John Locke), Josh Holloway (Sawyer), Michael Emerson (Ben), Evangeline Lilly (Kate), e Henry Ian Cusick (Desmond).

ÉPOCA – Você ficou feliz com o destino de seu personagem?
Terry O’Quinn –
Bem, foi uma jornada e tanto para John Locke. E aparentemente terminou (risos). Se eu fosse um espectador comum, eu diria que John Locke morreu e pensaria “que decepção para ele”. Eu o vejo como um personagem trágico, um homem difícil de gostar. Ele achou que tinha a chance de ser alguém, respeitado, amado, ter mudado algo. No fim parece que não conseguiu isso. Aquele que está lá não é mais Locke.

ÉPOCA – Como você faz para viver um papel se saber exatamente quem você é?
O’Quinn –
Não me preocupo muito. Apenas leio o roteiro e imagino o que esse personagem quer fazer. Nunca me disseram que não era mais John Locke, passei a quinta temporada sem saber. No primeiro ou segundo episódio avisei que ia interpretar Locke como ele sempre foi, porém indestrutível, mais confiante e ousado. Aparentemente, ele agora é um indivíduo mais perigoso. Eu ando como Locke, falo como ele, mas não sou exatamente o mesmo. Este é mais malvado (risos). Ele tem outras coisas em mente.

ÉPOCA – Você tem sua teoria pessoal? Imagina como será o fim?
O’Quinn –
Não tenho. Para mim não faz a mínima diferença, como ator. Não sei como termina, mas acredito que para os fãs será satisfatório. Vamos fechar o livro. Eu confio nos produtores. Eles têm muita coisa para explicar aos fãs, mas têm feito um bom trabalho nos últimos cinco anos.

ÉPOCA – Você já discordou de algo que Locke tenha feito?
O’Quinn –
Claro, às vezes eu questiono as atitudes do personagem. Como na ocasião em que atirei uma faca nas costas de uma mulher e logo depois fui incapaz de deter Jack numa cena… Poderia ter dado um tiro no seu joelho ou algo assim. Quando levantei essa questão, os autores basicamente me disseram “você está recebendo seu salário direitinho, não é?” (risos). Eles me colocaram no meu lugar e aprendi uma lição: a decisão não é minha. Eu não sei o que vem pela frente. Tenho de confiar nesses caras e saber que haverá chão na hora em que eu der um passo adiante. Até hoje houve.

ÉPOCA – A série foi criticada por ter demorou demais para resolver alguns mistérios. O que pensa disso?
O’Quinn –
Creio que foi frustrante para muita gente. Especialmente para as pessoas que queriam as respostas de imediato, as que não querem esperar. É o sujeito que compra um livro e no meio da história não se agüenta e lê o final, daí sossega. Eu acho que o telespectador de Lost tem de ter prazer com o processo. Essas são as pessoas que ficaram conosco. Nem eles gostariam de ter os mistérios revelados antes da hora.

ÉPOCA – O que você aprendeu com a série?
O’Quinn –
Hoje acho que existe gente que realmente me ouve, mais do que havia antes. Esse é o melhor emprego que eu já tive. Em geral, bons trabalhos assim duram uma semana, talvez um mês. Esse durou seis anos. Estou fazendo tudo que posso para que essa fase continue. Tenho um projeto de uma série com Michael Emerson, estou procurando um produtor que se interesse. Sinto-me como John Locke. Eu vim para essa ilha e de repente ganhei poder. E quero manter esse pique. Não quero voltar para uma “cadeira de rodas” na minha carreira.

ÉPOCA – Como é morar no Havaí?
O’Quinn –
Morar e trabalhar aqui é maravilhoso. Não surfo, mas jogo golfe, nado, ando na praia. Nunca estive tão saudável. Com minha idade, me sinto em forma. Mas se eu tivesse de morar aqui para sempre, sem trabalho, enlouqueceria.


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